Falam de mim


O que se fazer quando está em meio a um leve disputa? Sua única tarefa é evitar fazer e desfazer coisas que deixem alguém mal. Em geral o relacionamento pede isso do ser que nele se apresenta, indigno de qualquer coisa, mesmo os mais privilegiados não contém um único privilégio. Então acordamos para uma cápsula psicológica digna de filme de terror.
Como evitar aquilo que não se fez, como evitar comer aquilo que nunca sentiu o sabor? A obsessão do ser humano para com as coisas achata qualquer sentimento puro vindo de almas próximas. Muito comum nos encontramos lutando com o mundo imaginário de outro alguém, dificultando nossa vida e então criando um rótulo para o ser apresentado. Uma vida assim destruída por uma fio de criação de uma pessoa que se quer difere tua vida material e etérea. Então criamos uma sociedade que quando bem entende cria seus réis e os acusa por meio de imaginação, contradizendo totalmente a produção humana, repare que diferencio aqui a lei humana(material) das leis sociais(psicológicas), de ética. um relacionamento é regido apenas pela imaginação do menos criativo, onde encontramos gênios mortais com potencial avantajado, já que precisam sobreviver a tal sociedade, obsoletes e morrendo em um leito apenas porque outras pessoas, com imaginação minguada, conseguindo apenas realizar no interior de sua mente tarefas produzidas apenas por ele mesmo, os oprimem. Então temos o ser, que é um grande potencial psicológico, destruído e em pedaços, pois vemos um ser menos capacitado fazer suas tarefas físicas não éticas, punindo sentimentalmente o ser apresentado, para logo em seguida atormentá-lo, como se ele fizesse o que o ser social pouco provido faz. Isso acontece quando o ser muito social e pouco provido de psicológico se encontra paranoico com suas tarefas anti-éticas e encontra no ser imaginativo e com o psicológico avantajado, uma potencial ameça, fazendo assim culpá-lo, reproduzindo seus pecados sociais no ser apresentado, retirando qualquer pingo de dignidade do mesmo.
A tarefa social de cometer suicídio vem da culpa, muitas vezes por coisas que não fizemos. Me falaram que o suicídio aumentara e então minguara. Motivo este acabei de dizê-lo. No entanto o ser humano é fraco, mesmo potente, é fraco e sucumbe à sociedade atual. Pois é assim que a taxa foi minguada, o que vemos hoje, então, são seres sociais de pouca imaginação preocupadas em inventar seus pecados sociais em seres providos de melhor intelecto, ameaças naturais. E temos então o suicídio, nem sempre físico, mas sempre o teremos, onde a massa desprovida cresce se tornando maioria. Onde vamos acabar? Provavelmente pulando de um edifício, ou com um fio vermelho nos braços, como o famoso cliché. Sociedade é a utopia de mentes minguadas e obcecadas com suas falhas éticas.

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